sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O que há por trás da computação em nuvem?

Um dos termos da vez no mercado tecnológico é "Cloud Computing". Muito tem se falado sobre essa nova tendência de gerenciamento de servidores físicos ou virtuais.

Entretanto, especialistas defendem que o conceito vai além do gerenciamento de hardwares, tratando-se também da forma de utilização de softwares, ganhando força no mercado e tornando-se cada vez mais amplo.

Afinal de contas, o que é "Cloud Computing"? Também conhecido como Computação nas Nuvens ou Computação em Nuvens, o termo se refere à utilização de aplicações através da internet com a mesma facilidade de tê-las instaladas em nosso computador, porém sem a devida preocupação em manter o hardware funcionando.

Clifton Ashley, diretor do Google para a América Latina, defende que “As organizações de TI gastam hoje 80% de seu tempo com a manutenção de sistemas e não é seu objetivo de negócio manter dados e aplicativos em operação. É dinheiro jogado fora, o que é inaceitável nos dias de hoje”.

Interligado ao conceito de Cloud Computing está o conceito de SaaS (Software as a Service), aplicado pela WebSoftware desde 2000.

Os clientes Virto ERP e Solutto já estão inseridos nesta tendência, amparados pelo que há de mais moderno com relação à tecnologia e muito mais focados em suas atividades-fim, que afinal de contas é o coração de seus respectivos negócios.

Saiba mais em:
Wikipédia
Computerworld
Idg Now!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Bloco de Anotações "Post-it" no desktop Virto ERP e Solutto

Figura 1: No menu de configurações escolha a opção "Configurações Pessoais". Em seguida, habilite a visualização do notepad pessoal.

Figura 2: O notepad pessoal será visualizado no desktop logo abaixo do menu à esquerda. A tela expande posicionando o cursor do mouse na área amarela.

O bloco de anotações foi criado para armazenar pequenos textos, evitando o uso de outras ferramentas fora do ambiente do sistema, diminuindo o consumo de papel e mantendo o foco da atividade na tela.

Em caso de dúvidas, entre em contato com a nossa equipe de suporte.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Indicadores de desempenho e como eles podem auxiliar na sua gestão


Por Paulo Ancona Lopez*

A gestão saudável de uma empresa é obtida através do uso sistêmico de inúmeras ferramentas que devem trabalhar juntas. Pegue a caixa de ferramentas do RH, junte algumas outras que são da área financeira, aproveite aquelas ferramentas novas da caixa de marketing e por aí afora.

Possivelmente isso será bom para sua empresa, desde que você tenha habilidade suficiente para usá-las todas ao mesmo tempo sem, por exemplo, querer furar com um voltímetro ou aplainar com uma furadeira.

Digamos que não seja muito fácil para um gestor conseguir utilizar-se de tantas ferramentas ao mesmo tempo. Ninguém é capaz de possuir tantas competências e conhecer a fundo cada processo de trabalho e, ao mesmo tempo, ter tempo para analisar, gerenciar e tomar decisões acertadas o tempo inteiro.

Ah, é verdade! Os sistemas informatizados nos ajudam muito e eles podem fazer parte do papel dos gestores! Errado. Eles criam as condições para a gestão, mas não existem soluções viáveis, principalmente para empresas pequenas e médias, em que um sistema substitua o gestor.

O resumo da ópera pode ser descrito da seguinte forma: você precisa comandar sua empresa e errar o menos possível (se possível acertar sempre) para que os resultados apareçam e seu negócio seja competitivo e rentável. Que tal, então, transformar-se num gerente de poucos indicadores, em lugar de gerenciar cada um dos processos e, dentro deles, cada uma das pessoas?

Para conseguir transformar-se no efetivo gestor de sua empresa, será preciso definir seus principais processos e desenhá-los, ou redesenhá-los, sob a forma de fluxo, descartando todas as atividades supérfluas, ou efetivamente desnecessárias, levando sempre em conta que a satisfação dos clientes é o foco a ser atingido. O cliente é o foco e tudo que não gere resultados é despesa e por isso deve ser eliminado do processo.

É muito importante, para cada atividade, que a matriz `quem, quando, onde e como` esteja totalmente respondida e, por conseguinte, as responsabilidades se tornem muito claras para todos: executores e gestores.

Desenhados os processos, é preciso verificar quais são os pontos principais destes processos que merecem ser constantemente verificados e acompanhados. Muito bem: acabamos de definir os indicadores de desempenho de cada processo. Simples e objetivo.

Indicadores de desempenho são números, resultados de dois ou mais fatores, que nos mostram de forma inequívoca como andam as coisas na empresa. Como exemplo, um indicador da eficácia de vendas pode ser a resultante do número de propostas versus os pedidos realmente fechados. Ou a relação entre o número de funcionários da loja contra as vendas mensais. E que tal comparar o resultado de diferentes lojas, confrontando sua metragem quadrada pelas vendas, ou ainda, em uma indústria, a relação de compras do mês sobre o faturamento?

Pode parecer que todos usam estes indicadores, mas no `mundo real` a maioria das empresas trabalha só por fluxo de caixa: se tem verba compra estoque, e assim por diante, sem se dar conta de que é necessário analisar informações de forma sistêmica, para saber como e onde existem possibilidades de melhorar os resultados. Se trabalharmos somente `de olho no fluxo`, estaremos agindo a partir de fatos ocorridos, sem tomar nenhuma ação de correção de rumo, ou seja, ficaremos a vida toda agindo reativamente, sem ter o comando da situação. O outro lado da moeda nos mostra um gestor analisando gráficos de resultados históricos, podendo observar para onde caminha a empresa e com todas as condições de atuar nos pontos nevrálgicos.

Com indicadores bem pensados, responsabilidades claras e acompanhamentos sistêmicos, é possível gerenciar desde pessoas e seu desempenho até os resultados financeiros e a eficácia das estratégias e processos da empresa.

Gerenciar sobre fatos e focando metas transparentes é muito mais simples do que possa parecer, mas para isso é preciso acreditar que metodologias funcionam mais do que o medo de perder o poder ou de abrir a empresa para uma forma de atuação onde a base seja a competência e a responsabilidade de todos.

Fonte: www.portaldofranchising.com.br

* Paulo Ancona Lopez é sócio da Vecchi&Ancona, empresa de sucesso no mercado de franchising, parceiros WebSoftware e idealizadores em conjunto do Solutto - Software para Gestão de Franquias.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Você sabia que pode restringir horário e local de acesso?

O Virto ERP e o Solutto permitem que sua empresa diga que faixa de horário um usuário pode acessar o sistema, por exemplo: Apenas no horário comercial das 8h às 18h de segunda à sexta-feira.


Também é possível dizer de qual faixa de endereços IP o usuário pode acessar. Por exemplo, você pode dizer que o usuário Jorge só acessará o sistema se estiver dentro da filial Manaus que, por sua vez, está conectada à Internet por um endereço de IP fixo.

Para configurar estas opções, entre em contato com nosso suporte ou acesse a área de configurações do ERP.